Cia.Stavis-Damaceno completa 15 anos de existência em circulação pelo Paraná
8 de maio de 2019 180 Visualizações

Cia.Stavis-Damaceno completa 15 anos de existência em circulação pelo Paraná

O grupo chega a 15 cidades do interior do estado em 45 apresentações de três espetáculos

Em 2019, a Cia.Stavis-Damaceno completa 15 anos de existência e atividades ininterruptas de investigação da cena teatral, produção e difusão, além de trabalhar com processos pedagógicos em teatro. Fundada em 2003 pelo diretor e dramaturgo Marcos Damaceno e pela atriz Rosana Stavis (frequentemente apontada pelos críticos como uma das maiores atrizes do país), a companhia acumula em seu repertório espetáculos com alta relevância no cenário teatral brasileiro. Neste ano, Marcos Damaceno recebeu o Prêmio Shell pela dramaturgia de Homem Ao Vento, trabalho mais recente da companhia. Neste ano ainda, realizou com grande êxito a Mostra Stavis-Damaceno no Festival de Teatro de Curitiba, como parte das comemorações.

A fim de continuar a celebração de 15 anos, a companhia desembarca, pela primeira vez, em 15 cidades do interior do Paraná realizando 45 apresentações gratuitas dos trabalhos: Árvores Abatidas ou Para Luis Melo (indicada aos Prêmios Shell, APCA e Aplauso Brasil), Artista de Fuga e Psicose 4h48. Além das apresentações, acontecem gratuitamente oficinas de teatro e de formação de plateia, debates e apresentações didáticas.

As peças selecionadas para a circulação acumulam um histórico de, somadas, mais de 450 apresentações pelo Brasil. Nesta circulação, as três peças passarão por: Campo Mourão, Paranavaí, Arapongas, Apucarana, Toledo, Umuarama, Paranaguá, Castro, Irati, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Pinhais, Campo Largo e Araucária. Este projeto é aprovado no Programa Estadual de fomento e Incentivo à Cultura/ PROFiCE da Secretaria de Estado da Cultura/ Governo do Estado do Paraná com apoio da COPEL.

A primeira peça a circular por 7 cidades é Psicose 4h48, último texto da inglesa Sarah Kane que discorre sobre depressão psicótica e sobre o que acontece à mente de uma pessoa quando desaparecem por completo as barreiras que distinguem a realidade das diversas formas de imaginação.  A montagem estreou em 2004 em Curitiba, rendeu a Rosana Stavis o Troféu Gralha Azul de melhor atriz do ano e, desde sua estreia, atingiu mais de 25.000 espectadores.

SOBRE PSICOSE 4H48

Representante da dramaturgia inglesa contemporânea, Sarah Kane tornou-se conhecida pelo modo como a sua carreira começou, com a extraordinária polêmica que provocou sua peça de estréia, Blasted, e pelo modo como terminou: com seu suicídio e a encenação póstuma de sua quinta e última peça, Psicose 4h48.

Durante toda a sua curta vida, Kane foi atormentada por acessos depressivos. A cada nova ocorrência esses acessos foram gradativamente levando-a a um processo de suicídio que teve fim em 1999, aos 28 anos de idade. A experiência desses episódios e os tratamentos médicos a que teve que se submeter formaram a matéria-prima para a construção deste seu último texto.

Discorrendo sobre a doença e suas diversas consequências – em caso extremo, o suicídio – a peça apresenta um texto fragmentado, não linear, permeando entre o dramático, o lírico e o narrativo. “A peça se passa mais na mente da protagonista do que no consultório psiquiátrico que remete a cenografia. E isso influi nessa linguagem de devaneios que buscamos dar à encenação”.

Psicose 4h48 é um texto que pretende dar forma a algo que não tem forma, que são nossos pensamentos. Tivemos que estruturar a montagem somente na musicalidade e no ritmo das palavras, devido a não existência de trama, enredo, história e outros elementos característicos de uma dramaturgia convencional” – conta Damaceno.

O trabalho foi desenvolvido priorizando o tratamento do texto nas vozes dos atores como forma de não espetacularizar o tema, focando a atenção no texto da Sarah Kane e na atuação da Rosana Stavis, ganhadora do Troféu Gralha Azul por esta atuação e freqüentemente apontada pela crítica especializada e profissionais diversos como uma das melhores atrizes do teatro brasileiro na atualidade.

 

FICHA TÉCNICA DE PSICOSE 4h48

Texto:  Sarah Kane| Direção:  Marcos Damaceno| Elenco: Rosana Stavis e   Eduardo Ramos | Iluminação: Nadja Naira e Fábia Regina | Sonoplastia: Vadeco | Figurinos: Maureen Miranda | Design gráfico: Foca Cruz

 

FICHA TÉCNICA PROJETO CIA.STAVIS- DAMACENO – 15 ANOS

Circulação de Repertório 2019

Direção de Produção: Luiz Roberto Meira | Produtor Executivo e Local: Diego Marchioro| Design Gráfico: Pablito Kucarz | Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença e Rachel Coelho| Realização Cia. Stavis-Damaceno

 

SERVIÇO:

CAMPO MOURÃO 

Teatro Municipal de Campo Mourão

(Av. Comendador Norberto Marcondes, 684)

8 de maio às 20h e 9 de maio às 16h e 20h – ENTRADA FRANCA

 

PARANAVAI 

Casa da Cultura Carlos Drummond de Andrade

(Rua Prof. Emílio MiljutinCogej, 116)

10 de maio às 20h e 11 de maio às 16h e 20h- ENTRADA FRANCA

 

ARAPONGAS

Cine Teatro Mauá

(Rua Uirapuru, 55 – Centro)

29 de maio às 20h e 30 de maio às 16h e 20h- ENTRADA FRANCA

 

APUCARANA

Cine Teatro Fênix

(Avenida Curitiba, 1215)

31 de maio às 20h e 01 de junho às 16 e 20h- ENTRADA FRANCA

 

UMUARAMA

Centro Cultural Vera Schubert

(Avenida Rio Branco, 3633)

05 de junho às 20h e 06 de junho às 16 e às 20h- ENTRADA FRANCA

 

TOLEDO

Auditório da UNIPAR

(Avenida Parigot de Souza, 3636 – Jardim Prada)

7 de junho às 16h e 20h

8 de junho às 20h – ENTRADA FRANCA

 

PARANAGUÁ 

Casa Cecy

(Rua XV de Novembro, 499 – Centro)

11, 12 e 13 de junho às 20h- ENTRADA FRANCA

 

 

MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTA

Curitiba e Região Metropolitana

 

Fernando de Proença

41 9 99965292 – fernandodproenca@gmail.com

 

Demais cidades do interior:

 

2 Coelhos Comunicação e Cultura

Rachel Coelho

44 9 9903-9707 – rachel_coelho04@hotmail.com

 

 

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