Projeto maringaense realiza convergência entre diversas manifestações artísticas

Projeto maringaense realiza convergência entre diversas manifestações artísticas

Reconhecido por ser uma grande plataforma de expressões culturais, INSULA gera integração social e diversidade

A proposta é trazer, a partir da música eletrônica, a convergência entre diversas formas de manifestações artísticas, é o que comentam os responsáveis pelo projeto INSULA, Lucas Oliveira Alexandre e Felipe Medina. A ideia é maringaense e nasceu como uma festa na rua com grande impacto, uma plataforma de expressões artísticas e integração social. “O objetivo vai além das festas, e já realizamos outros eventos nesse ano, como os debates e palestras. Continuaremos com os workshops, oficinas e outras atividades para apresentar nossas expressões e difundir os ideais do núcleo: integração, empatia e convívio com o próximo”, explicam.

Quem teve a oportunidade de passar no dia 11 (sábado), a partir das 14h, na Praça Napoleão Moreira da Silva – mais conhecida como “Praça da Pernambucanas” – pôde validar a representatividade do projeto. Eram cerca de 1.000 pessoas atentas, ora pensativas, ora dialogando ou interagindo – cada um do seu jeito – com as atrações. Os responsáveis pelo projeto declaram: “Foi possível sentir a interação do público, que aproveitou toda a música, mensagem e o espaço”.

A primeira realização do INSULA aconteceu em maio, na Vila Olímpica. “O local que escolhemos permitiu sustentar nossas ideias. Primeiramente no sentido de juntarmos as diferenças, pois temos grande diversidade de pessoas e realidades que aderem ao projeto. Com isso, conseguimos uma grande visibilidade para a primeira ação, sendo gratuita e acessível. Foram cerca de 1.000 pessoas predominantemente no evento, e ao longo de todo o período passaram pelo local mais de 1.500 pessoas. Além disso, conseguimos unir mais de 20 artistas de Maringá e região, incluindo performances corporais, músicos, escritores, ilustradores, entre outros”.

O destaque do projeto para o cenário artístico local continuou repercutindo na 2ª apresentação, que aconteceu em agosto, no auditório Hélio Moreira. “Realizamos uma tarde de debates e palestras em torno do grande campo da música eletrônica e ideias do núcleo. Foi uma experiência muito positiva”. Sobre o projeto, eles afirmam: “A ideia de fazer algo diferente sempre nos moveu, e essas ações mostram o quanto todos se impressionaram, estão interessados e carecem de mais. A INSULA surgiu para ser essa plataforma de interação, de reflexão e de arte”.

 

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