Por que o Chile decidiu dar uma força para as pequenas quitandas de bairro

Por que o Chile decidiu dar uma força para as pequenas quitandas de bairro

Além de dinamizar a economia, gerando emprego e renda para 400 mil famílias, mercadinhos, padarias e hortifruti humanizam a convivência cotidiana e protegem teia de relações que ainda resistem nas grandes cidades

do site do Nexo Jornal

O governo do Chile anunciou nesta segunda-feira (8) o lançamento de um programa chamado Armazéns do Chile, que injetará o equivalente a US$ 1,5 milhão em pequenos negócios que tentam sobreviver ao avanço dos hipermercados e das grandes cadeias de negócios no país.

Embora as principais justificativas sejam econômicas – como a geração de emprego e renda – o programa traz consigo variáveis incomuns e menos tangíveis em iniciativas do gênero, tais como a identidade de bairro, o fomento às relações interpessoais, a preservação do patrimônio material e imaterial, o fortalecimento das organizações comunitárias e a simples ideia de que as relações comerciais podem trazer para o cotidiano outras trocas além da compra e venda de produtos.

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, realçou essas características no lançamento do programa, ao visitar um pequeno negócio na capital, Santiago, acompanhada pelo ministro da Economia, Luis Felipe Céspedes.

“O armazém é um ponto não apenas de intercâmbio comercial, mas também de vida social, onde os vizinhos se juntam, se encontram, conversam, combinam a pelada [jogo de futebol], a reunião da associação de moradores ou uma visita a alguém.”
Michelle Bachelet
Presidente do Chile, em cerimônia de lançamento do programa Armazéns do Chile

 

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