Séries de TV: da idade de ouro à overdose?
7 de junho de 2016 1134 Visualizações

Séries de TV: da idade de ouro à overdose?

São produzidas mais séries do que nunca, com as mais variadas temáticas e para várias plataformas

Você tem a sensação de que há séries de televisão demais? Não é quase impossível ver todos os títulos recomendados, todas as séries comentadas nas conversas do seu círculo de amigos e todas as que os blogs, meios de comunicação e redes sociais destacam como imprescindíveis? Você não está sozinho nessa sensação. Há quase um ano, o presidente do canal norte-americano FX, John Landgraf, já havia alertado que “simplesmente há muita televisão”. O aviso foi dado em uma reunião da Associação de Críticos de Televisão, onde também cunhou o termo usado desde então para descrever a nova era da telinha: Peak TV, traduzível como o pico da televisão. O debate ficou em aberto: há séries demais? Chegamos ao topo em termos de produção de ficção por capítulos? Ou é simplesmente uma mudança de paradigma?

Em 2015, foram produzidas 409 séries apenas nos Estados Unidos, uma cifra recorde que foi quase o dobro do total em 2009 (211 séries). Em 2016, parece que o número será maior, estimulado pelo aumento de conteúdo original produzido por plataformas on-line. O Netflix anunciou mais de 600 horas de conteúdo original para 2016, o dobro de dois anos atrás, e um investimento na compra de séries de cinco bilhões de dólares (17,6 bilhões de reais). Alguns especialistas estimam que, em 2017, a tendência começará a ser revertida e que esta suposta bolha de séries está prestes a explodir. Outros simplesmente explicam o fenômeno como uma mudança no ecossistema televisivo: onde antes havia redes com uma programação limitada, agora existem várias opções e plataformas de distribuição de um conteúdo que não tem limites.

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