O Brasil perde Tunga, o primeiro contemporâneo a expor no Louvre
7 de junho de 2016 659 Visualizações

O Brasil perde Tunga, o primeiro contemporâneo a expor no Louvre

Antonio José de Barros Carvalho e Mello Mourão, conhecido como Tunga, faleceu nesta segunda-feira, dia 6,  aos 64 anos, no Rio de Janeiro, vítima de câncer. Considerado um dos maiores nomes da arte contemporânea nacional, ele foi o primeiro brasileiro a ter uma obra exposta no museu do Louvre em Paris.
Pernambucano, radicado no Rio de Janeiro desde a década de 70, o artista foi um dos mais inventivos da sua época, autor de uma obra plástica que mesclava as vanguardas nacionais a um universo simbólico único, que se utilizava de ossos, crânios, dedais e agulhas.
No campo da escultura, usou materiais como cobre, aço e ímãs para arquitetar construções que lembrassem o corpo humano. O erotismo, enquanto forma de manifestação do instinto e do desejo, guiou grande parte de suas pesquisas estéticas.

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