Entre as leis e a tecnologia

Entre as leis e a tecnologia

Mônica Herculano, para o site Mídia e Mercado

Nos últimos tempos, o trabalho do profissional de Direito na área do entretenimento tornou-se mais complexo. Isso porque, por um lado, houve um grande aumento no volume de transações desse mercado; por outro, as operações agora envolvem múltiplas plataformas e linguagens diferentes, graças à convergência de mídias.

“Há cerca de 10 anos não havia desenvolvedores de aplicativos, agregadores de conteúdo, redes sociais e portais de streaming. Na verdade, não havia sequer o tipo de serviço que eles prestam. E mesmo entre os atores já tradicionais do mercado houve um crescimento numérico. Há, hoje, muito mais canais de TV do que havia antes, os megafestivais são frequentes no Brasil e para tudo isso é necessário contar com uma boa assessoria jurídica”, explica Cláudio Lins de Vasconcelos, sócio fundador da Lins de Vasconcelos Advogados e vice-presidente da Comissão de Direitos Autorais, Intelectuais e do Entretenimento da OAB-RJ.

Ele lembra que, além de haver mais pessoas e empresas operando em todos os pontos da cadeia produtiva, as operações agora envolvem múltiplas plataformas e linguagens diferentes, fruto da convergência de mídias. O produtor audiovisual, por exemplo, já planeja o ciclo de vida do produto imaginando que seu longa-metragem, se bem sucedido, pode virar uma série ou um game. Seus personagens podem se transformar em marcas de produtos para os mais diversos públicos – brinquedos, grifes de vestuário, cosméticos, etc. – e a obra audiovisual em si pode se tornar um veículo publicitário especialmente viável em meio à fragmentação da audiência nas inúmeras telas.

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